Acadêmico

ABRAHIM SENA BAZE

ABRAHIM SENA BAZE

Categoria

Ex-presidentes, Efetivo, Titular, Presidentes

Cadeira

AGNELO BITTENCOURT

Potência

GLOMAM

Cargo/Posição

2

Data de Admissão

17/05/2002

Biografia

VIDA PESSOAL Abrahim Sena Baze nasceu em Manaus, em 27 de agosto de 1949, filho de Akil Ayub Baze e Jandira Sena Baze. Desde cedo demonstrou vocação para a pesquisa histórica, a preservação da memória e a difusão cultural, dedicando sua vida ao estudo, à documentação e à valorização do patrimônio histórico e cultural do Amazonas, com especial atenção à contribuição portuguesa para a formação da sociedade amazônica. VIDA PROFISSIONAL Graduado em História pelo Centro Universitário do Norte – UNINORTE, é pós-graduado Lato Sensu em Educação a Distância pelo Centro Universitário UNISEB COC, em Ribeirão Preto, São Paulo. Cursou atualização em Introdução à Museologia e Museografia pela Escola Brasileira de Administração Pública. É Diretor do Instituto Cultural da Fundação Rede Amazônica e Diretor do Museu da Rede Amazônica, além de dirigir o Memorial e Biblioteca Senador Bernardo Cabral. Atua há mais de três décadas na preservação da memória histórica, sendo responsável pela organização e implantação de diversos museus no estado do Amazonas, entre eles o Museu Fernando Ferreira da Cruz (Sociedade Beneficente Portuguesa), o Museu Ivan Ferreira Valente (Luso Sporting Club), o Museu da Rede Amazônica, o Memorial e Biblioteca Senador Bernardo Cabral e o Centro Cultural Luso Brasileiro do Amazonas, que abriga o Museu da Sociedade Portuguesa Beneficente do Amazonas, o Museu do Luso Sporting Club e o Consulado de Portugal. Além de historiador e pesquisador, é jornalista, apresentador e documentarista de televisão. No canal Amazon Sat, é âncora dos programas Literatura em Foco e Documentos da Amazônia, dedicados à divulgação da cultura, da história e da literatura amazônicas. É fundador e diretor da Associação dos Escritores do Amazonas e integra diversas entidades culturais e acadêmicas, entre elas o Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas, a Academia de História do Amazonas, a Academia de Medicina do Amazonas, a Academia Maçônica de Letras do Amazonas, a Associação Nacional de Escritores, a Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas e a Academia Amazonense de Letras. Possui extensa produção bibliográfica, com quarenta e sete livros publicados até o presente, sendo dois editados em Portugal. É um dos quatro escritores amazonenses com obras publicadas no exterior, destacando-se como referência no estudo da memória histórica e cultural da Amazônia, especialmente no que se refere à presença luso-amazônica. Pelo conjunto de sua obra e atuação cultural, recebeu diversas honrarias, entre elas a Medalha do Mérito Amigo da Marinha (SOAMAR – Amazonas), a Medalha do Primeiro Centenário do Nascimento de Ferreira de Castro (Oliveira de Azeméis, Portugal), a Medalha do Mérito Cultural Rodolpho Valle (Câmara Municipal de Manaus), a Medalha do Mérito Cultural da Assembleia Legislativa do Amazonas e a Medalha de Ouro dos Grandes Galos do Atlético Rio Negro Clube, entre outras distinções. VIDA MAÇÔNICA Na Maçonaria, é filho da G∴B∴L∴S∴ Rio Negro nº 4, da constelação da Grande Loja Maçônica do Amazonas. Foi iniciado em 10 de novembro de 1973, passado ao Grau de Companheiro em 1º de março de 1974 e elevado ao Grau de Mestre Maçom em 18 de maio de 1974. Em reconhecimento à sua trajetória, foi condecorado na Loja Rio Negro com a Medalha Júlio Prado, alusiva aos 50 anos de sua iniciação, e com a Medalha Desembargador Sá Peixoto. No campo acadêmico maçônico, foi admitido na Academia Amazonense Maçônica de Letras em 17 de maio de 2002, imediatamente após o seu soerguimento, ocupando a Cadeira nº 2, categoria Efetivo, subcategoria Mantenedor, cujo patrono é Agnello Bitencourt. Em 16 de agosto de 2002, apresentou a biografia de seu patrono como trabalho inaugural. Integra ainda a Academia Maçônica de Letras do Amazonas, consolidando sua atuação na interseção entre Maçonaria, cultura, história e produção intelectual. No âmbito das academias literárias profanas, foi eleito em 21 de julho de 2010 para a Academia Amazonense de Letras, ocupando a Cadeira nº 13, sucedendo o acadêmico Jauary Marinho. Tomou posse em 5 de agosto de 2010, sendo saudado pelo acadêmico Bernardo Cabral, na presidência do acadêmico José Braga. É o quinto ocupante da referida cadeira, fundada por Gaspar Vieira Guimarães, que teve como patronos Escragnolle Taunay, Tobias Barreto e, posteriormente, Estelita Tapajós. PUBLICAÇÕES – Luso Sporting Club – Memória da Sociedade Portuguesa no Amazonas. – História da Rede Amazônica. – Sociedade Portuguesa Beneficente do Amazonas. – Ferreira de Castro – Um Imigrante Português na Amazônia. – Samuel Benchimol – Ensaio Biográfico de um Educador e Empresário. – Diversas outras obras históricas, totalizando quarenta e sete livros publicados, com destaque para títulos dedicados à memória portuguesa na Amazônia, alguns deles editados em Oliveira de Azeméis, Portugal.